Prendas e presentes: take 1

Lembrei-me de algo absolutamente original, que nenhum blogger alguma vez abordou: com a chegada do Natal, que presentes oferecer?

Por isso, vou ao longo da quadra natalícia (e até quando a criatividade de me lembrar de presentes me deixar) abordar este tema quente da sociedade. Dividi o tema em dois: Prendas e Presentes. As primeiras, as que são dadas com o coração, são acessíveis e deixam quem recebe feliz. As segundas, as que são dadas com o cartão de crédito, são para o show-off e que deixa quem recebe extremamente feliz.

As sugestões de hoje:

Prenda

Conta Premium do Spotify

A grande maioria já conhece o Spotify e a possibilidade de podermos ouvir a música que quisermos (excepto Taylor Swift, mas não me parece muito grave), de organizar playlists e de partilhar as suas músicas com os seus amigos.

A versão gratuita é muito interessante, mas às vezes irrita estar num banho daqueles, a ouvir a playlist mais Zen do mundo, a sintonizarmos com a natureza, o nosso eu superior, o universo…espera, a verdade da vida vem aí, finalmente vou descobrir o meu propósito neste mundo… vejo a luz…e de repente, lá vem a publicidade ao Spotify (num volume superior ao que tinha), o que já me fez quase saltar da banheira de susto, o que não é agradável!

E depois, para ouvir música ao longo do dia, temos de confiar que a wifi disponível suporta o consumo próprio e de todos os outros colegas. Se existem falhas, mais vale não abusar do patronato (que adquiriu a wifi por outros motivos) e investir na versão Premium.

E depois é fazer playlists como na adolescência. Tinha cassetes com as gravações das minhas músicas preferidas da rádio, onde às vezes quando carregava no REC, ainda aparecia um locutor pelo meio a dizer alguma graçola, o que significa que teria de a ouvir durante os próximos meses (e ficava tão aborrecida com isso!) ou então, lá teria de fazer REWIND e esperar nos próximos dias que a música surgisse nas melhores condições (porque na segunda tentativa, entra o trânsito, depois as notícias de última hora, depois a minha mãe gritava lá ao fundo que era hora de ir comer…) e eu estivesse preparada outra vez para carregar no botão.

E com o Premium já não precisamos de internet porque as playlists ficam gravadas. Agora já podemos finalmente ir correr com uma banda sonora de acordo com o estado de espírito com grande facilidade (mais difícil será ter coragem para ir correr mesmo!)

Prós: Os primeiros 3 mesese custam 0,99 por mês e os seguintes 6,99€. Em 12 meses fica nos 65,88€, o que não é o presente mais barato do mundo, mas é algo que nos podemos oferecer a nós próprios como um presente para melhorar o estado de espírito ao longo do ano. Cada vez vejo mais caras tristonhas à minha volta (eu incluída, algumas vezes). Vamos dar a volta por cima? Já estou a ver toda a gente nos seus respectivos escritórios a dançar e abanar a cabeça quem nem uns loucos, num verdadeira filme de Bollywood enquanto tiram um café… vai ser genial! A produtividade é capaz de cair um pouco, que isto de ter phones e ter de atender o telefone não dá muito jeito, por isso uma das opções vai ter de ceder!

Presente 

Viagem a Nova Iorque

Nunca lá fui e gostava muito. Ver uma cidade de contrastes, ver a verdadeira metrópole mundial (quer queiramos, quer não). Ir ao MOMA, passear no Central Park, fingir que sou a Carrie Bradshaw por uns momentos (com saia de tule incluída), passear nas ruas, visitar os outlets que toda a gente fala, ver as megastores de tudo.

Uma verdadeira ode ao consumismo. Uma verdadeira experiência. Mas verdadeiramente cara.

Contras: numa busca rápida na internet, as agências de viagens dizem que é uma oportunidade absolutamente imperdível ir a Nova Iorque, 4 noites, por 1.000€. Eu digo que devem estar loucos, que assim já não comia o resto dos 26 dias do mês (se viajar em meses de 31 dias, é mais um dia de ramadão). Para além destes custos: ter de visitar todas as lojas e comprar alguma coisa, ter de comprar uma mala extra, para encher com as coisas que vou comprar só porque me sinto obrigada já que vou a Nova Iorque…

E depois é uma experiência a fazer só com adultos e eu ainda sou uma pessoa que se iria auto-flagelar por deixar o mais pequeno no epicentro da legionella enquanto eu estou em Manhattan a fingir que poderia viver ali. Talvez para o ano. Se algum de vocês lá for, é passar pela Apple e trazer alguma coisa para quem vos lembrou que este seria um presente de Natal espetacular. 

Para breve, o Take 2!

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