Juízos de valor

Não gosto deles. Todos nós os fazemos, não adianta fingir que não. Mas existem os juízos de valor “inocentes”: aqueles que alimentam uma mesquinhez interna que temos de resolver. E os outros: os que influenciam os outros, os que marcam, danificam a imagem, criam outros juízos de valor em cima dos primeiros e destroem o que não merecia ser destruído.

Reflitam no último que fizeram. Foi merecido? Foi partilhado? Precisava mesmo ser partilhado? Foi confirmado? Foi mesmo assim? Não foi? E agora? Agora nada. Já foi, já estragou. Não tem volta a dar.

Reflitam. Peçam desculpa.

Não gosto deles.

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