Bem despertos

Há dias (semanas ou meses) em que nos sentimos adormecidos. Em que nenhum estímulo parece fazer-nos acordar. Como acho que nada acontece por acaso, analiso, questiono, mas no interior, não busco verdadeiramente.

Viver no presente é para mim um grande teste, porque desde que sou gente penso naquilo que vou conseguir fazer no futuro. Quando tinha 5 anos queria ter 6 para ir à escola. Quando tinha 10 queria ter 15 porque achava muito aborrecida aquela idade. Quando tinha 16 achava-me um verdadeiro supra-sumo da maturidade e já queria ter 18 para poder votar. Aos 18 já queria ter 25 para trabalhar. Aos 25, provavelmente queria ter a idade que tenho agora. E agora? Não, o desejo de ter mais idade ficou por aqui. 33 é a conta (que Deus fez) perfeita. A idade da procura, a idade dos desafios, a idade em que a vida muda (mesmo que não queiramos que mude).

O que acontece daqui para frente vai ter de ser substituído pelo que acontece aqui e agora. Que é só o meu maior desafio desde sempre.

Depois de um dia adormecido noutro planeta, recebi algumas dicas por parte de conversas que ouvi nos corredores, sinais e mensagens de todo o lado sobre a importância de nos sentirmos gratos pelo que temos e pelo que ainda vamos ter. E este exercício é também para vocês.

Há quanto tempo não agradecem a vida, as experiências, as aprendizagens? Eu costumo pedir muito e agradecer pouco. E vocês?

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