Infinito

Esta semana dei por mim a arquivar fotografias e a recuperar as mais antigas da minha infância. E depois penso no tempo que já passou e no que já aconteceu desde que tinha 8 anos naquela fotografia em que brincava no Portugal dos Pequeninos (Kidzânia dos anos 80), numa daquelas férias longas de verão.

Depois, num espaço de tempo mais curto, pensar em como é que o meu filho que nasceu com 54 cm já tem quase um metro de gente e já faz um sorriso maroto quando não quer fazer o que lhe digo (ainda ontem só fazia movimentos bruscos com as mãos e dava gritinhos para dizer que fazia parte deste mundo!).

E então imagino que seja por tudo isto (e mais algumas coisas) que vejo tanta gente a tatuar o símbolo do infinito. Há de facto uma atração por aquilo que é cíclico, pela ideia tranquilizadora de que “isto” não acaba.

Independentemente disso, sabe muito bem parar para pensar no que foi e no que há-de ser. E contemplar momentos maravilhosos das nossas vidas. E nada como um bom fim de semana para limparmos o pó às molduras e as organizarmos na parede.
IMG_1819

Anúncios

One thought on “Infinito

  1. Pingback: Arte viva | A Collectionista

Uma opinião por dia...

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

w

Connecting to %s