Insomnia

O que fazer quando acordamos às 4 da manhã com a sensação que dormimos 12 horas (quando na verdade dormimos 4)?

  1. Assumir que é normal porque já foi assim há quase 4 anos – Tive insónias na minha primeira gravidez logo após o primeiro trimestre. Na altura, onde praticamente só havia o facebook, passava a noite a olhar para o feed noturno e só via os sites internacionais (porque de facto todas as pessoas em Portugal dormiam). Depois jogava Solitaire… Não sei porquê e neste momento tenho tudo menos vontade de o fazer.
  2. Aceitar e divertir-me com isso. Já percebi que não vou dormir, então vou fazer coisas que gosto. Ler posts de blogs que sigo e descobrir outros blogs que desconhecia (Obrigada por existires, Bloglovin); enviar artigos a amigos acerca de conversas que tivemos no dia ou dias anteriores (só espero que não tenham alertas sonoros nos telemóveis porque não quero provocar insónias a mais ninguém!); ver as últimas tendências…
  3. Comer. Não deve ser a opção mais saudável, mas, de facto o apetite está lá e surge nas horas mais estranhas. Há dois dias quase desfaleci no Aldi com fome (há coisa mais trendy que ter um fanico no Aldi?). Entretanto, lia numa das apps que descarreguei sobre gravidez que esta semana se inicia a fase da “fome de camionista”. Desconhecia o termo (até porque não conheço mesmo os hábitos alimentares dos camionistas), mas pelo que soa, deve ser um apetite voraz de comer algo do tamanho de um camião. E isso meus amigos, é um valente CHECK/CONFERE! Só que, ao contrário da última gravidez, já não vou procurar na prateleira dos pecados um pacote de bolachas. A escolha foi um iogurte de manga, e agora um bom copo de água, para repor os líquidos que perdi a esticar o cabelo ontem à noite.
  4. Pensar no que vou vestir “amanhã” (que na verdade é já hoje, daqui a 3 horas). E não anda fácil. Apesar de me orgulhar da minha barriga, estou com dificuldade em encontrar o meu estilo em modo gravidez. Não sei explicar, mas ainda não estou lá. Se comparar com a 1.ª gravidez, estou bem mais perto, mas.. ainda não é isto. E só consigo acertar minimamente porque a minha querida amiga Raquel me emprestou uma série de trapinhos espetaculares que uso diariamente com orgulho. Um dia exploro este tema.
  5. Pensar que exatamente às 6h45 vai surgir um sono extremo. Que vou ter de voltar à cama só para descansar a cabeça (que vai começar a pesar). E 15 minutos depois, a ideia de me levantar e começar com a logística do dia parece tarefa impossível, porque agora tenho mesmo é de dormir pelo menos 14 horas seguidas a bem da minha saúde física e mental. Não vai acontecer, Collectionista!
  6. Aproveitar para escrever. Não tenho mesmo a noção se quem me lê o faz porque sim, para passar tempo, ou se gostam daquilo que tenho vindo a criar neste cantinho. Mas de facto, desta experiência claramente egocêntrica, trago uma leveza acrescida no meu dia a dia porque sinto que tenho uma dose diária de criatividade que tem de ser consumida/desenvolvida, senão fico doente, amarga e cinzenta. E não queremos isso, meus caros (não gosto nada de estar sempre a mudar a cor da base).
  7. Entregar-me de facto ao que mais me inspira: o silêncio, sentir que os meus estão seguros e perto de mim, sentir que tenho toda a informação e inspiração do mundo disponível e parar para pensar, para sonhar, para planear. Parece-me uma boa forma de começar o dia, não?b6a16709a2f76650282818a4757f3e79
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