Noites sem dormir


Não é o meu momento do dia preferido, até porque acordar após um sono de 4 horas não tem nada de refrescante. Mas posso valorizar as coisas que consigo fazer nestes momentos já quase diários dos últimos 7 meses.

Estar atenta ao silêncio da noite é um novo prazer. Não ouvir nada, ou ouvir os pequenos ruídos da noite, como a respiração do meu filho no quarto ao lado, uma mota velha que passa ao fundo da rua, um elevador que transporta alguém que chega a casa neste momento…e nada mais, puro silêncio. Sem conversas, sem estímulos sonoros, apenas silêncio.

Ler sobre tudo o que gosto. Poder ler sobre temas que me interessam, manter-me atualizada, inspirar-me com ideias, ganhar motivação extra para determinados projetos que me apaixonam…

Fazer coisas. O potencial de ter cinco horas antes do mundo acordar para fazer o que me apetecer: priceless!

Mas de facto, com a recorrência das insónias, vem o lado menos bom.  A sentir-me mais e mais cansada…e a não conseguir fazer nenhuma das opções acima referidas…e a pensar que depois do Miguel nascer, também não vou dormir (mesmo que o corpo já queira desta vez).

Por isso, minhas queridas 8 horas de sono, vemo-nos em 2017. #escreveraestahoradanisto

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