Como é que é possível!

Fazeres 4 anos hoje, Francisco. Parece que foi ontem que saía do carro (na altura o grande Mini Cooper S, que partiu o coração do pai quando o vendeu para termos um carro mais confortável para ti) com uma malinha de roupa de bebé azul numa mão e o kit de células estaminais na outra (não resistimos à pressão da altura), e caminhava para o hospital dos Lusíadas. Os corredores, as pessoas que passavam por mim e sorriam. A chegada da minha querida médica que me agarrou a mão e me disse que ia correr tudo bem.

E tu, que chegaste, de forma mágica. Ao som da Françoise Hardy.

E que cresceste a cada dia com a música na tua vida. Só adormecias com os papás ou os avós a cantarem a tua música de embalar. Se a cantar ainda hoje, reconheces e sorris, porque te lembras de como te sentias seguro.

E como te apaixonaste pelos vinis dos avós e pedias diariamente para ouvir.

E agora tens 4 anos e gostas de Nirvana. E decoras todas as musicas da tua vida, tal como a mamã. E olhas para o pai com os olhos de um menino que olha para o seu herói, enquanto cantam aquelas músicas todas em inglês que o papá conhece.

E apesar dos quase dois anos de noites difíceis, das birras dos 3, e da aventura dos 4, não podíamos desejar um filho melhor/diferente/mais perfeito do que és aos nossos olhos.

E quatro anos depois, vais ter em breve um presente, que a mamã espera que não seja tão musical como tu na quantidade de vezes que choravas, mas que te encha de amor e amizade durante toda a vida: o teu mano Miguel.

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